Carmim e Café

Puxe a cadeira e pegue mais um café

O MUNDO QUE NOS CERCA, NASCEU PRIMEIRO EM NOSSOS OLHOS Junho 27, 2007

Arquivado em: Prateleira para os grãos - Fragmentos — Carmim e Café @ 12:15 am
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Mais perigosas do que as incertezas que nos sacodem, são as certezas que construímos para convencer o mundo e principalmente a nós mesmos
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Luciana Vaz

 

CAMINHE Junho 26, 2007

Arquivado em: Aromas do dia - Vida Carmim — Carmim e Café @ 11:48 pm
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A vida é uma provocação.
Aceito. Quero tentar.
Não quero passar os dias contorcendo o passado pra criar uma história que não tive coragem de viver.
Faço o possível – nem sempre é muito – e aceito de bom grado o improvável que a vida me presenteia vez ou outra.
Porque não muda? Não grita? Não recria?
O mundo condena o erro. O que é erro pra você?
Andei pensando…
Quero mudar.
Pense-se ao extremo, procure em você o que te mobiliza, te move e te conduz.
Respeite suas crenças, seus instintos e seu tempo.
Se critique, se perdoe e principalmente recomece.
Particularmente, não acredito em que acerta sempre.
Recue quantas vezes forem necessárias.
Minha teimosia não me deixa desistir. Sigo me encantando.
Faça por você. Permita-se.
Livre-se de tudo que não for essencial. É incrível como enchemos as gavetas, a estante e a vida com coisas que já não nos servem mais.
Não peça desculpas à você, nem tão pouco aos outros por querer ficar sozinho, por pensar alto, por mudar de idéia, por desistir ou por não desistir de jeito algum.
Se estiver com dúvidas, ouça-as.
Viva. Se persiga sempre e se possível se encontre.
Na vida não há sentido obrigatório ou contramão.
Caminhe para dentro.
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Luciana Vaz

 

CRIAR E CRER Junho 21, 2007

Arquivado em: Carmim e Café — Carmim e Café @ 1:03 am
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Carmim e Café foi concebido com imensa paixão.

Veio ao mundo assim como eu sob o Sol de Gêmeos e uma existência cheia de possibilidades.
Demorou a nascer, porque precisou de tempo para se questionar.
Chegou à conclusão que mais valia fazer parte do mundo do que analisá-lo de fora.
Quanto à mim, quero salvar a memória das conversas sem pressa e do afeto que de fato me afetou.
O que importa é criar e crer.
Até hoje, quando me olho no espelho, vejo que nem nos meus sonhos de infância – dos mais tímidos aos mais debochados – imaginei que eu seria assim.
Nem a mais fértil imaginação é capaz de dar conta de tudo que pode acontecer.
Escolho minhas verdades. Crio histórias.
Por ironia, a mais difícil de criar ainda é a minha.
Começa mais ou menos assim…
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Luciana Vaz